sexta-feira, 14 de junho de 2013

Migração

Migração aquatica


Dentre as muitas migrações que acontecem no ambiente aquático, a do salmão é bem interessante.
Passa sua vida quando jovem e adulto nos mares tanto pacifico quanto atlântico, porém ao se aproximar a época de reprodução eles por algum mecanismo consegue lembrar onde foi que nasceu, e ir quando não exatamente no mesmo lugar, em algum lugar próximo. Este local é um rio, quando o salmão nasceu seus pais tinham acabado de vencer a enorme força de um rio até quase sua nascente onde já é mais lento e possível para desova.
 Os salmões do atlântico consegue se reproduzir mais do que uma vez na vida, diferentemente do salmão que viveu no pacifico, que depois da desova morre. Seus filhos eclodem em água doce e vão descendo até o mar, durante 2 ou 3 anos da sua vida ele vai continuar no rio depois vai passar o resto da sua vida no mar, 4 à 6 anos.
Então chega a sua vez de encarar a migração pra reprodução, ambos, macho e fêmea encontram o caminho para o seu rio. O macho começa uma transformação que se completa no período da concepção, ele tem sua cabeça fisicamente alterada, a mandíbula inferior assume um formato mais longo e arqueado, semelhante a um gancho, e a carne adota uma cor branca.
O salmão é muito apreciado pelo humanos por sua carne rosada e muito saborosa, essa carne rosada se da por um pigmento chamado astaxantina. Esse pigmento é produzido por algas e organismos unicelulares que são comidos por camarões marinhos e esse pigmento acaba ficando acumulado nele, que por sua vez é comido pelo salmão e o pigmento fica armazenado no tecido adiposo. O salmão também é muito apreciado por animais como urso, foca, baleia e tubarões
Dentre as classificações de migração, o salmão se situa como: Anádromos – vivem no mar mais se reproduzem na água doce
 
FONTE: http://sapeixe.blogspot.com.br/

Segurando o folego

Evolution of Mammalian Diving Capacity Traced by Myoglobin Net Surface Charge

  1. Michael Berenbrink1,*
+ Author Affiliations
  1. 1Institute of Integrative Biology, University of Liverpool, Liverpool L69 7ZB, UK.
  2. 2Department of Biological Sciences, University of Manitoba, Winnipeg, Manitoba R3T 2N2, Canada.
  3. 3Department of Biological Sciences, University of Alaska, Anchorage, AK 99508, USA.
  1. *Corresponding author. E-mail: michaelb@liv.ac.uk

Introduction

Evolution of extended breath-hold endurance enables the exploitation of the aquatic niche by numerous mammalian lineages and is accomplished by elevated body oxygen stores and morphological and physiological adaptations that promote their economical use. High muscle myoglobin concentrations in particular are mechanistically linked with an extended dive capacity phenotype, yet little is known regarding the molecular and biochemical underpinnings of this key specialization. We modeled the evolutionary history of this respiratory pigment over 200 million years of mammalian evolution to elucidate the development of maximal diving capacity during the major mammalian land-to-water transitions.
Graphic
Evolutionary reconstruction of myoglobin net surface charge in terrestrial and aquatic mammals. The figure reveals a molecular signature of elevated myoglobin net surface charge in all lineages of living elite mammalian divers with an extended aquatic history (upper silhouettes). This signature is used here to infer the diving capacity of extinct species representing stages during mammalian land-to-water transitions (†).

Methods

We first determined the relationship between maximum myoglobin concentration and its sequence-derived net surface charge across living mammalian taxa. By using ancestral sequence reconstruction we then traced myoglobin net surface charge across a 130-species phylogeny to infer ancestral myoglobin muscle concentrations. Last, we estimated maximum dive time in extinct transitional species on the basis of the relationship of this variable with muscle myoglobin concentration and body mass in extant diving mammals.

Results

We reveal an adaptive molecular signature of elevated myoglobin net surface charge in all lineages of mammalian divers with an extended aquatic history—from 16-g water shrews to 80,000-kg whales—that correlates with exponential increases in muscle myoglobin concentrations. Integration of this data with body mass predicts 82% of maximal dive-time variation across all degrees of diving ability in living mammals.

Discussion

We suggest that the convergent evolution of high myoglobin net surface charge in mammalian divers increases intermolecular electrostatic repulsion, permitting higher muscle oxygen storage capacities without potentially deleterious self-association of the protein. Together with fossil body-mass estimates, our evolutionary reconstruction permits detailed assessments of maximal submergence times and potential foraging ecologies of early transitional ancestors of cetaceans, pinnipeds, and sea cows. Our findings support amphibious ancestries for echidnas, talpid moles, hyraxes, and elephants, thereby not only establishing the earliest land-to-water transition among placental mammals but also providing a new perspective on the evolution of myoglobin, arguably the best-known protein.

FONTE: http://www.sciencemag.org/content/340/6138/1234192

Agroecologia

Técnicas Agroecológicas

É comum que logo depois de uma aplicação de agrotóxicos as plantas sofram ataques ainda mais fortes, obrigando o agricultor a recorrer a venenos mais fortes ainda.


Adubação verde
A adubação verde é o cultivo de plantas que estruturam o solo e o enriquecem com nitrogênio, fósforo, potássio, enxofre, cálcio e micronutrientes. As plantas de adubação verde devem ser rústicas e bem adaptadas a cada região para que descompactem o solo com suas raízes vigorosas e produzam grande volume de massa verde para melhorar a matéria orgânica, a melhor fonte de nutrientes para a planta.

Adubação orgânica
A adubação orgânica é feita através da utilização de vários tipos de resíduos, tais como: esterco curtido, vermicomposto de minhocas, compostos fermentados, biofertilizantes enriquecidos com micronutrientes e cobertura morta. Todos esses materiais são ricos em organismos úteis, macro e micro nutrientes, antibióticos naturais e substâncias de crescimento.

Adubação Mineral
A adubacão mineral é feita com adubos minerais naturais de sensibilidade lenta, tais como: pó de rochas, restos de mineração, etc. Estes adubos fornecem nutrientes como cálcio, fósforo, magnésio, potássio e outros, em doses moderadas, conforme as necessidades da planta.

Não usar agrotóxicos
Os agrotóxicos, além de contaminar as águas, envenenar os alimentos, matar os inimigos naturais dos parasitas e contaminar quem os manuseia, desequilibram as plantas, tornando-as mais suscetíveis.
É comum que logo depois de uma aplicação de agrotóxicos as plantas sofram ataques ainda mais fortes, obrigando o agricultor a recorrer a venenos mais fortes ainda.

Não usar adubos químicos solúveis
Este tipo de adubação é a causa de dois problemas sérios: a morte de microorganismos úteis do solo e a absorção forçada pela plantas, pois estes sais, além de se solubilizarem na água do solo, apresentam-se em altas concentrações. Este processo resulta em desequilíbrio fisiológico da planta, deixando-a suscetível aos parasitas.

Usar defensivos naturais
Defensivos naturais são produtos que estimulam o metabolismo das plantas quando pulverizados sobre elas. Estes compostos, geralmente preparados pelo agricultor, não são tóxicos e são de baixo custo. Como exemplos podemos citar: biofertilizantes enriquecidos, água de verme composto, cinzas, soro de leite, enxofre, calda bordalesa, calda sulfocálcica, etc.

Combinação e rotação de culturas
Esta consiste em cultivar conjuntamente plantas de diferentes famílias, com diferentes necessidades nutricionais e diferentes arquiteturas de raízes, que venham a se complementarem. Como, por exemplo, o plantio conjunto de gramíneas (milhos) e leguminosas (feijão).
Também podem ser utilizadas plantas consideradas inços, pois elas são bem adaptadas, retiram nutrientes de camadas profundas, colocando-os em disponibilidade na superfície e produzem grande volume de biomassa.
Antes de implantar a cultura, estas plantas são incorporadas através de aração rasa para que se decomponham e deixem os nutrientes disponíveis às culturas. No caso dos pomares, são deixadas na superfície e controladas com roçadas baixas. Como exemplo podemos citar o caruru, o picão branco, o nabo, a samambaia etc.

Fontes: www.amda.org.br/interna_acoes_agroecologia.asp www.epagri.rct-sc.br/agroecologia/agroecologia_sc.html www.aultimaarcadenoe.com.br/agroecologia.htm diocese.pelotas.tche.br/agroecol.htm

Energia e meio ambiente!

Uso da energia e meio ambiente

O uso dos nossos recursos energéticos é um dos principais fatores a afetar o ambiente.

    O aumento da utilização dos combustíveis fósseis observado desde o início da era industrial causou o aumento em torno de 30% da concentração de dióxido de carbono atmosférico e, provavelmente o aumento da temperatura global. Temperaturas globais elevadas podem levar ao derretimento das calotas polares e ao aumento dos níveis dos oceanos, o que irá provocar a migração das populações das regiões litorâneas do planeta para áreas mais altas. Isto também pode significar uma mudança nas áreas de agricultura, uma vez que os padrões de precipitação se deslocam em direção ao norte.
    Se, por causa da preocupação com o aquecimento global, queremos reduzir a quantidade de combustíveis fósseis consumidos, quais substitutos podem ser utilizados? Mais energia solar ou nuclear? Até que ponto podemos dizer que confiamos totalmente em sua segurança e efetividade para adotarmos os métodos de enterrar os resíduos radioativos gerados pelas usinas nucleares? O que podemos utilizar em substituição à gasolina em nossoa amados carros? É o etanol produzido a patir de cereais um substituto energicamente eficiente? Devemos utilizar alimentos como combustível se existem várias pessoas subnutridas? Devemos subsidiar a energia solar para que ela se torne economicamente competitiva com os combustíveis fósseis (que são mais baratos), uma vez que sabemos que os estoques de combustível fóssil são finitos e que a sua utilização danifica o ambiente?
    Livro Energia e Meio Ambiente Autores: Roger A. Hinrichs e Merlin Kleinbach

    FONTE:  http://ambientes.ambientebrasil.com.br/energia/energia_e_meio_ambiente/uso_da_energia_e_meio_ambiente.html

    Curso superior online, gratís e de qualidade!

    http://www.veduca.com.br/play/7027

    USP lança curso on-line de física e de estatística

    SABINE RIGHETTI
    DE SÃO PAULO
    A USP lança amanhã seus primeiros cursos abertos e gratuitos na internet, na onda do que já tem sido feito nos EUA nos chamados Moocs (sigla em inglês para cursos abertos on-line em massa).
    Por aqui, os cursos serão de física mecânica básica e de probabilidade e estatística. Ambos compõem o primeiro ano das engenharias.
    Os interessados devem se inscrever a partir de amanhã no Veduca (veduca.com.br), plataforma na internet que reúne os cursos.
    De acordo com os organizadores da Poli USP, os cursos podem ser feitos por qualquer pessoa. Mas são montados tendo em mente um estudante do primeiro ano de um curso de engenharia.
    "A qualidade USP tem de ser acessível a toda sociedade", diz o físico Vanderlei Salvador Bagnato, da USP de São Carlos, responsável pelo curso de física mecânica básica.
    Esse curso tem 45 videoaulas acompanhadas de exercícios. As atividades devem levar pelo menos três meses para serem concluídas.
    Ao final, há um exame. Se aprovado, o aluno ganha um certificado -que não vale, ainda, como crédito de graduação ou de pós-graduação.
    "Mas pode ser que, no futuro, alguns cursos de engenharia passem a usar o certificado do nosso curso on-line como crédito", acredita.
    No curso de probabilidade e estatística, as videoaulas duram em média 15 minutos. "Senão o aluno se distrai", diz Melvin Cybalista, da Poli-USP, que ministra o curso.
    O modelo da Veduca segue plataformas já usadas nos EUA como edX (com 59 cursos) e Coursera (com 386 cursos), de universidades de ponta como Harvard e MIT.
    Nessas plataformas, há desde introdução à programação até noções sobre direitos humanos. A USP também quer expandir a oferta.
    A iniciativa não é inédita no Brasil. A ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior) já conduziu um Mooc independente, sobre língua portuguesa, que começou em abril e terminou ontem, com mais de 5.000 inscritos.
    *
    SAIBA MAIS
    Cursos oferecidos
    Física mecânica básica (com certificado)
    Probabilidade e estatística (sem certificado)
    Valor
    Gratuito
    Duração
    Média de três meses, mas o ritmo é determinado pelos alunos
    Quem pode fazer
    Qualquer pessoa. Não há exigência de formação, mas os cursos são planejados para estudantes de cursos de engenharia
    Inscrições
    Abertas a partir de amanhã, no site Veduca (www.veduca.com.br), que servirá como plataforma para os cursos

    FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2013/06/1293055-usp-lanca-curso-on-line-de-fisica-e-de-estatistica.shtml

    Os cursos da USP estão prestes a se tornarem mais disponíveis aos brasileiros. A partir de hoje, qualquer pessoa poderá fazer as aulas de Física Básica e Probabilidade e Estatística gratuitamente pela internet, por meio de cursos online massivos (na sigla em inglês, MOOCs).
    A iniciativa surge após uma parceria da startup Veduca com os professores da USP.
    “Após estudar o conteúdo das videoaulas e praticar o conhecimento adquirido utilizando a plataforma do Veduca, quem desejar também poderá fazer uma prova presencial e obter um certificado dos professores”, diz comunicado divulgado pela empresa.
    Os MOOCs se tornaram populares nos Estados Unidos com a ajuda de plataformas como o Coursera e o edX, que trazem cursos de universidades como Princeton, Stanford, Harvard e MIT.
    O curso de Física Básica disponível online será dado pelo professor Vanderlei Salvador Bagnato, que dá aulas na USP e coordena a Agência USP de Invação.
    “As aulas disponíveis no Veduca têm exatamente o mesmo conteúdo passado para nossos alunos da USP em sala de aula. Na prova final, também vamos avaliar os alunos que estudaram pela plataforma do Veduca com o mesmo rigor”, diz ele.
    Já o de Probabilidade e Estatística, produzido pela Gestão de Tecnologias Aplicadas à Educação, da Fundação Vanzolini, será ministrado pelos professores André Leme Fleury e Melvin Cymbalista, da Poli-USP.
    “Para nós, é muito gratificante poder oferecer, num site inovador, um curso capaz de contribuir para o desenvolvimento de muitos estudantes e profissionais”, diz André.
    Além dos primeiros MOOCs, a Veduca aproveitou para dar uma repaginada no serviço, com reformulação no design e novas funcionalidades.
    Agora, quem assiste às aulas poderá fazer testes, ter um caderno virtual com anotações nos vídeos e fazer buscas na fala do professor.
    A Veduca foi lançada em março de 2012 e reúne mais de 5.500 aulas online.
    São quatro fundadores na startup, que recebeu um aporte de R$ 1,5 milhão da Mountain do Brasil* 500 Startups, do investidor-anjo Nicolas Gautier, e da Macmillan Digital Education
    - See more at: http://candiru.com.br/noticias/1246-usp-oferece-cursos-online-de-graca#sthash.WHH0slEJ.dpuf

    Teletransporte!

    Cientistas conseguem fazer teletransporte de um átomo inteiro

    Pesquisadores nos EUA alertam: teleportar pessoas ainda está longe.
    Avanço na verdade ajudará no desenvolvimento de supercomputadores.
    Salvador Nogueira Do G1, em São Paulo
      Foto: Paramount Pictures/Divulgação

    Spock se teletransporta em cena do próximo filme da série 'Jornada nas estrelas' (Foto: Paramount Pictures/Divulgação)

    Um grupo de pesquisadores das Universidades de Maryland e Michigan, nos Estados Unidos, deu mais um importante passo no emergente campo do teletransporte. Eles conseguiram teletransportar um gordão. Um átomo gordão, melhor dizendo.

    No caso específico, reportado na edição desta semana do periódico científico "Science", o grupo liderado por Steven Olmschenk usou átomos de itérbio (um elemento pouco conhecido da tabela periódica, com nada menos que 70 prótons em seu núcleo).

    Eles conseguiram transferir as características de um dos átomos para outro semelhante a uma distância de um metro. O que, na prática, equivale a teletransportá-lo. Mas só na prática.

    Na verdade, nenhum dos dois átomos sai do lugar. O que viaja, por rotas ainda completamente misteriosas, é a informação, ou seja, as características quânticas, como a rotação. E o que era um passa a ser o outro, como num passe de mágica -- ou, como Albert Einstein se referiu ao fenômeno, numa "ação fantasmagórica à distância".

    Teletransportes quânticos, como são chamados, têm sido feitos desde 1997. O novo avanço consiste na capacidade de fazer a coisa acontecer com átomos inteiros compostos por múltiplas partículas, em vez de partículas mais simples como os fótons (componentes da luz), os candidatos mais prováveis a esse tipo de experimento, ou mesmo prótons.

    O sucesso só é possível porque, na misteriosa mecânica quântica, que rege o comportamento de objetos muito pequenos, as partículas não possuem características definidas até que elas sejam observadas. Mas, apesar disso, é possível juntar duas partículas diferentes de modo que elas fiquem intrisecamente relacionadas, mesmo que separadas pelo espaço.

    A esse fenômeno os cientistas dão o nome de entrelaçamento (entanglement). E aí, depois que duas partículas estão entrelaçadas, dependendo da interação que se promove com uma delas, voilà, as características são transferidas para a outra -- não importando a distância.

    Sonhos de ficção

    Claro que experimentos como esse evocam, imediatamente, imagens da série de TV "Jornada nas estrelas" ("Star trek"), em que os tripulantes da nave Enterprise desciam aos planetas usando um aparelho de teletransporte, que desmaterializava a pessoa e rematerializava-a no local desejado. (O aparelho é hoje particularmente cobiçado pelas pessoas que enfrentam o trânsito das grandes cidades para ir ao trabalho.)

    Entretanto, os cientistas admitem que fazer teletransporte de objetos mais complicados, compostos por zilhões de partículas, como o capitão Kirk, é um desafio que beira totalmente a impossibilidade.

    "O teleporte quântico ocorre quando dois estados entrelaçados de duas partículas estão altamente correlacionados, de modo que é possível usar a interação com uma partícula para afetar a outra", explica o físico Lawrence Krauss, da Universidade Estadual do Arizona. "Mas essa correlação quântica é muito frágil. É por isso que pessoas e outros objetos macroscópicos agem de forma clássica, e não como na mecânica quântica."

    Na verdade, o grande objetivo dos pesquisadores é usar o teletransporte quântico -- que, na verdade, se resume a transportar informações de uma partícula a outra -- em novas tecnologias de computação.

    O sonho do computador quântico, que usaria as propriedades malucas das partículas para processar dados, é um que os cientistas de fato têm esperança de converter em realidade num futuro próximo. Essas máquinas permitiriam a realização de alguns cálculos hoje impossíveis e também aumentariam dramaticamente a segurança na transmissão de dados.

    Para o processamento de dados quânticos, a partícula favorita é mesmo o fóton, mais fácil de entrelaçar. Mas computadores também precisam de memória física, e para isso é bem melhor usar partículas com massa -- daí a importância do avanço recém-produzido pela equipe de Olmschenk.


    FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL967904-5603,00.html

    sábado, 18 de maio de 2013

    Brincando de paleontólogo

     Para estimular o aprendizado sobre evolução, a pratica de fabricar "fósseis" é muito boa. Ela mostra pro aluno porque a impressão de folhas, materiais tão frageis, conseguem persistir durante milhões de anos.




    Os fatos que ocorreram no passado sempre aguçaram a curiosidade do homem, desse modo, os fósseis podem revelar informações importantes para desvendar acontecimentos ocorridos há milhões ou até bilhões de anos.

    Os fósseis são registros de animais e plantas conservados em minerais durante milhões ou bilhões de anos. Quando o professor de Geografia trabalhar temas relacionados à litosfera, tais como: surgimento da vida na Terra, climas do passado, dinossauros e etc., ele pode mostrar figuras de revistas, livros ou internet de fósseis, isso após ter explicado preliminarmente o seu conceito.

    Para aprimorar o conteúdo, principalmente acerca dos fósseis, o professor pode propor uma atividade prática: a construção de um fóssil vegetal. Para a elaboração são necessários os seguintes materiais:

    • Massa de modelar.
    • Uma folha de planta de tamanho médio.
    • Um pedaço de cartolina medindo 20 cm de comprimento e 5 cm de largura.
    • Fita adesiva.
    • Uma tigela.
    • Uma colher de sopa.
    • ½ copo de água.
    • Cinco colheres de gesso em pó.

    Modo de fazer

    1° passo: Pressione a massa de modelar sobre uma superfície plana (mesa, bancada, entre outros) e coloque a folha da planta sobre ela.

    2° passo: Com a cartolina faça um anel, unindo as pontas com a fita adesiva. Agora encaixe o anel sobre a massa com a folha.

    3° passo: Pegue a tigela e misture homogeneamente a água e o gesso. Coloque a mistura dentro do anel de cartolina, de modo que cubra a folha.

    4° passo: Espere cerca de trinta minutos para que a massa e o gesso sequem, depois retire a cartolina e está pronto seu fóssil vegetal.

    Essa atividade é importante por envolver os alunos, além de ser bastante descontraída.
    Por Eduardo de Freitas
    Graduado em Geografia
    Equipe Brasil Escola

    Quem vai fazer a lanranja?

    O blog http://www.blogintellectus.com.br/biologia/ mostra a postagem sobre biologia da polinização.

    Aluguel de polinizadores, o negócio do futuro.

    O desmatamento, a expansão agrícola, o uso intensivo de pesticidas, entre outros fatores, estão levando a uma perigosa perda dos agentes naturais de polinização. Em sua coluna de abril, Jean Remy Guimarães comenta o tema e o crescimento da demanda por polinizadores alugados.
    Se você recebeu seu fundo de aposentadoria ou alguma boa bolada e está pensando no que fazer com esse dinheiro, esqueça a pousada, o bar, a temakeria ou a franquia de yogo-alguma-coisa. Há um setor da economia que está tendo um crescimento fenomenal e que surgiu em função da crise ambiental planetária: o aluguel de polinizadores para agricultores, para compensar a perda dos polinizadores habituais, selvagens e gratuitos, que estão desaparecendo também em escala planetária.
    Uma busca no Google com os termos “pollinator rental” retorna cerca de 220.000 resultados em 0,12 segundos. Com “aluguel de polinizadores”, 83.000 resultados e a primeira pagina já revela que, no Brasil, o negócio está bombando, pelo menos na produção de pepino, mamão, melão e maracujá.
    As causas são muitas, algumas abordadas em colunas anteriores: a perda de hábitats e biodiversidade devido ao desmatamento e expansão agrícola e urbana, o uso intensivo de pesticidas e a criação de desertos verdes via monocultura.
    O resultado é que os produtores de amêndoas, pepinos, maçãs, peras, morangos, framboesas, mirtilos, cerejas, abóboras, melões, melancias, abobrinhas – e qualquer  outro  item da dieta humana que seja um vegetal com flores – tem agora que arcar com um custo que nunca fez parte da planilha de nenhum agricultor, desde que a agricultura como a conhecemos foi inventada, há cerca de 10.000 anos.
    Agora, toda vez que a época da floração se aproxima, esses produtores se perguntam se as abelhas e outros insetos polinizadores virão e se o farão na hora certa e em quantidade suficiente para garantir a safra. Vida dura essa. Tem que haver crédito, chuva na hora certa, estrada para escoar a produção e agora essa novidade, pagar por polinização?

    Pois se prepare para descobrir um novo mundo, com empresas de polinização que alugam caminhões lotados de pallets com colônias de abelhas. Esses caminhões vão fazendo o circuito das propriedades que os contratam, uma semana ali, outra acolá, numa frenética, sazonal e lucrativa atividade.
    Já há corretores de abelhas. Os preços da locação sobem mais que os do ouro.Acadêmicos e técnicos agrícolas comparam a evolução dos preços na costa leste e oeste. Não há abelhas suficientes para atender a demanda, os boletins de agricultura e apicultura ecoam as preocupações de ambos os setores.
    Autoridades agrícolas já publicam guias de orientação para candidatos a locadores para evitar que comprem gato por lebre, e há pressões para a regulamentação do setor. Vejam só, tudo isso para algo que até algumas décadas atrás não era uma questão, e muito menos um custo, já que a polinização era realizada eficiente e gratuitamente por insetos, pássaros, morcegos e qualquer outra criatura dotada de movimento que aprecie néctar.
    para saber mais acesse: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/aluguel-de-polinizadores-o-negocio-do-futuro

    Vendo a receita

    FONTE: http://www.searadaciencia.ufc.br/sugestoes/biologia/biologia007.htm



    BIOLOGIA


    EXTRAÇÃO E OBSERVAÇÃO DA MOLÉCULA DE DNA.

    Objetivo Extrair o DNA da banana que pode ser visualiza a olho nu.
    Observar a estrutura do DNA no microscópio

    Descrição As membranas, celular e nuclear são compostas principalmente por lipídios. As proteínas encontram-se aprisionadas na bicamada lipídica.Os organitos celulares são compostos por proteínas, ácidos nucléicos ( DNA e RNA ), envolvidos por uma membrana.As paredes celulares das células vegetais são compostas essencialmente por polissacarídeos.As pequenas estruturas celulares são compostas por substâncias com diferentes propriedades químicas, pelo que os procedimentos experimentais devem ser definidos de modo a separar um determinado constituinte celular das restantes partes, sem causar muitos danos.

    Material Saco plástico (tipo zip loc);
    Morango ou banana ou kiwi;
    Tubos de ensaio;
    Bastão de vidro ou palito de madeira;
    Álcool etílico gelado;
    Béquer ou copo de vidro;
    Conta-gotas;
    Lâmina e lamínula;
    Microscópio;
    Aparato filtrante (gases ou papel de filtro);
    Funil;
    Aproximadamente 10ml de solução extratora de DNA;
    Água (de preferência mineral);
    Observação:
    Receita da solução extratora de DNA:
    50mL de detergente líquido;
    2 colheres de chá de sal (NaCl);
    900mL de água.
    Misture tudo em um recipiente (béquer ou copo).

    Procedimento 1. Coloque a fruta, previamente lavada em saco plástico zip loc e esmague-a com o punho (cuidado para não rasgar o saco) até ficar um extrato homogêneo;
    2. Adicione a solução extratora ao conteúdo do saco, misture tudo apertando com as mãos homogeneizando;
    3. Derrame o extrato no filtro com o aparato filtrante e deixe filtrar num recipiente (béquer ou copo);
    4. Encha a menos da metade, um tubo de ensaio com o filtrado;
    5. Derrame devagar o álcool gelado do tubo de ensaio (deixando-o escorrer vagarosamente pela borda) a fim de se formar duas fases, a superior, alcoólica e a inferior, a aquosa. O volume adicionado do álcool deve ser aproximadamente o mesmo volume do filtrado;
    6. Mergulhe o bastão ou palito dentro do tubo até o local onde se encontra a solução mais turva (o filtrado com moléculas de DNA);
    7. Retire um pouco dos filamentos e coloque-os em uma lâmina, pingue uma gota da solução extratora, cubra com uma lamínula e em seguida observe ao microscópio.
    8. Desenhe em forma de esquema o observado.

    Análise O detergente dissolve as membranas lipídicas além de desintegrar os núcleos e os cromossomos das células da cebola, liberando o DNA. Com a ruptura das membranas, o conteúdo celular, incluindo DNA e proteínas, se soltam e se dispersam na solução. Um dos componentes do detergente, o lalril sulfato de sódio, desnatura as proteínas, separando-as do DNA cromossômico.
    A adição de sal, no início da experiência, proporcionou ao DNA um ambiente favorável. O sal contribui com íons positivos Na+ que neutralizam a carga negativa do DNA. Nessa forma, O DNA precipita na solução aquosa.
    O álcool gelado, além de proporcionar uma mistura heterogênia (duas fases), em ambiente salino, faz com que as moléculas de DNA se aglutinem, formando uma massa filamentosa e esbranquiçada.
    O DNA não se dissolve no álcool, na concentração e na temperatura que se usou neste experimento. Pelo fato do DNA ser menos denso que a água e a mistura aquosa dos restos celulares, ele se localiza na interface da fase alcoólica e aquosa.

    Dica 1. Você pode reforçar o saco zip loc colocando um dentro do outro para não rasga-lo com facilidade;
    2. A objetiva que se consegue visualizar a estrutura do DNA ao microscópio é a de 40 vezes.

    Quem tem medo de seringa?

    O blog mostra uma matéria interessante sobre eternizar o Zé Gotinha

    Parece que o pânico causado às crianças do mundo todo pelas vacinas aplicadas através de seringas está perto de chegar ao fim. Não, infelizmente não podemos afirmar, ainda, que a “gotinha do Zé Gotinha” vá ser universalizada e que todas as vacinas serão aplicadas por via oral, mas um passo importante em direção ao fim do sofrimento já está sendo dado.
    Pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF/USP) demonstraram em uma dissertação de mestrado, em 2012, que o uso de um polímero chamado quitosana é eficaz como veículo para a administração de antígenos por via nasal em camundongos. Em sua pesquisa, o biólogo Jony Takao Yohsida, orientado pelo professor Marco Antônio Stephano, desenvolveu uma nova forma de administração para a vacina contra a Hepatite B que apresenta, em média, 14 mil novos casos por ano no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.
    A ideia, segundo o pesquisador, é evitar a dor causada pelas injeções, aplicando-se a vacina através de sprays nasais ou por nebulização e, ainda que a quitosana tenha sido aplicada como meio de transporte para a vacina contra a Hepatite B, outros antígenos foram testados com sucesso. Isso indica que vacinas para outras doenças podem vir a utilizar o mesmo princípio de administração.
    Yohsida ressalta que “A pesquisa comprovou que o método é viável. No entanto, é preciso realizar testes imunológicos e clínicos, primeiro em animais e depois em seres humanos, para verificar se não há efeitos colaterais (…) Apesar do baixo custo da matéria-prima do polímero, há necessidade de padronização e controle de qualidade para verificar a viabilidade da produção industrial”.
    GLOSSÁRIO:
    Antígeno: molécula reconhecida pelo sistema imunológico de um organismo que, por simplificação, costuma-se admitir que não seja própria.
    Vacina: método de imunização ativa na qual são administrados antígenos de forma preventiva com o intuito de estimular a produção de anticorpos específicos pelo sistema imunológico.
    Veículo: substância que contém em solução ou em suspensão um medicamento ou antígeno que se deseja administrar.
    FONTES:
    http://www.ebiotecnologia.org/2013/05/usp-desenvolve-vacina-por-via-nasal-que.html
    http://www5.usp.br/26579/fcf-comprova-o-uso-de-vacina-por-via-nasal-que-dispensa-utilizacao-de-agulhas/

    Ciclagem de nutrientes

      O blog http://bionarede.blogspot.com.br mostra uma manchete muito importante

    Desmatamento da Amazônia causado pelo agronegócio é um tiro no pé


    Foi publicada na última sexta-feira (10), na revista americana Environmental Research Letters, uma pesquisa realizada por estudiosos brasileiros e um americano que conclui que quanto mais a agricultura substituir a floresta Amazônica, menos produtiva será.
    Os pesquisadores das universidades federais de Viçosa, do Pampa, de Minas e Centro de Pesquisa Woods Hole investigaram o delicado equilíbrio entre floresta e o clima da região e como o desmatamento pode afetá-lo. De acordo com a equipe, que trabalhou com o princípio de que a floresta controla o regime climático da região, com o desmatamento, até 2050, é esperada uma estiagem. Aliada ao processo de aquecimento global, pode resultar em uma diminuição da produtividade de soja e pasto.
    De acordo com publicação do O Estado de São Paulo, os autores da pesquisa estimam que a redução no volume de chuvas pode diminuir a produtividade da pastagens de 30% a 34%. Já a elevação da temperatura pode provocar uma redução no plantio de soja - de 24%, no melhor cenário, a 28%, no pior.  A variação dos números é dada ao fato de que foram considerados dois cenários: um em que a legislação ambiental é implementada e o governo é atuante, e outro com desmatamento intenso, semelhante ao que ocorria entre os anos 2000 e 2004, quando a taxa anual bateu em 27%.
    O estudo ainda revelou que as mudanças climáticas serão mais sentidas nas regiões no norte do Mato Grosso e leste do Pará e serão tão intensas que a agricultura se tornará inviável. "Já sabíamos que, com o desmatamento, alguns serviços ambientais desempenhados pela floresta, como a regulação climática, seriam reduzidos. Mas em compensação poderíamos ter uma grande produção agrícola regional. Demonstramos que, para níveis elevados de desmatamento, o serviço de regulação climática cai tanto que afeta significativamente a produtividade agrícola, ou seja, você perde os serviços prestados pela floresta e não ganha a produção agrícola", afirma Marcos Costa, de Viçosa.
    Fonte: O Estado de São Paulo

    A batalha da vida

    FONTE:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1519-69842012000100028&script=sci_arttext

    O artigo conta sobre comportamento manipulado que a aranha apresenta quando parasitada pela vespa parasitóide












    O video foi feito durante o estudo desse comportamento e disponibilizado pelos autores com auxilio do youtube.
    http://www.youtube.com/watch?v=7OFYdfUSw04

    Cavaleiros da caatinga

    As plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. Algumas armazenam água, outras possuem raízes superficiais para captar o máximo de água da chuva. E há as que contam com recursos pra diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas. A vegetação é formada por três estratos: o arbóreo, com árvores de 8 a 12 metros de altura; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. Entre as espécies mais comuns estão a amburana, o umbuzeiro e o mandacaru. Algumas dessas plantas podem produzir cera, fibra, óleo vegetal e, principalmente, frutas.

     Para manejar as vacas dentro dessa vegetação espinhosa é preciso utilizar uma armadura de couro bem espessa


     A fauna da caatinga é bem diversificada, composta por répteis (principalmente lagartos e cobras), roedores, insetos, aracnídeos, cachorro-do-mato, arara-azul, (ameaçada de extinção), sapo-cururu, asa-branca, cutia, gambá, preá, veado catingueiro, tatupeba, sagui-do-nordeste, entre outros animais.



    FONTE: http://www.brasilescola.com/brasil/caatinga.htm

    A interdisciplinaridade

    Carmelita Brito de Freitas Felício, autora do artigo mostra um breve resumo do seu pensamento sobre a interdisciplinaridade no ensino da filosofia.

    http://www.sbpcnet.org.br/livro/63ra/conpeex/pibid/trabalhos-pibid/pibid-carmelita-brito.pdf


    Vamos conscientizar a população.

    O artigo escrito por Denise Antonia Eberhardt, Ronaldo Kanopf de Araújo, Neila Terezinha dos Santos Silva e Galileo Adeli Buriol apresenta um diagnóstico socio-ambiental de uma populão sulista no Brasil.

    http://sites.unifra.br/Portals/36/tecnologicas/2007/Diagnostico.pdf

    Amazônia, me salve!

    FONTE: http://agencia.fapesp.br/12553

    O principal produtor de oxigênio não passa bem.

    Fitoplâncton em queda

    30/07/2010
    Agência FAPESP – A quantidade de fitoplâncton nos mares tem caído no último século. A queda no conjunto de organismos aquáticos microscópicos com capacidade de fazer fotossíntese foi destacada na edição atual da revista Nature.
    Segundo o estudo, a queda é global e ocorreu por todo o século 20. O fitoplâncton forma a base da cadeia alimentar marinha e sustenta diversos conjuntos de espécies, do minúsculo zooplâncton a peixes, aves e grandes mamíferos marinhos.
    “O fitoplâncton é o combustível que move o ecossistema marinho e esse declínio afeta tudo o que está acima na cadeia alimentar, incluindo os humanos”, disse Daniel Boyce, da Universidade Dalhousie, no Canadá, principal autor do trabalho.
    Boyce e colegas usaram um grande conjunto de dados oceanográficos históricos e atuais em análise que verificou um declínio médio de 1% na quantidade de fitoplâncton nos mares do mundo. A tendência, segundo eles, é particularmente bem documentada no hemisfério Norte, onde a queda foi de 40% com relação aos valores encontrados na década de 1950.
    Segundo os pesquisadores, a queda de longo prazo estaria relacionada com as mudanças climáticas globais, incluindo o aumento nas temperaturas das superfícies oceânicas, especialmente nas áreas próximas ao Equador, e alterações nas condições oceanográficas.
    O estudo de três anos analisou dados desde 1899. As maiores quedas nos níveis de fitoplâncton ocorreram nas regiões polares e tropicais e em oceanos abertos, onde ocorre a maioria da produção global desse tipo de biomassa.
    O fitoplâncton precisa de luz solar e de nutrientes para crescer. E os oceanos, quando mais quentes, tornam-se mais estratificados, o que limita a quantidade de nutrientes que se deslocam das águas mais profundas para a superfície.
    As temperaturas mais elevadas, de acordo com o estudo, poderiam estar contribuindo para tornar os oceanos tropicais ainda mais estratificados, levando a uma crescente limitação na disponibilidade de nutrientes e ao declínio do fitoplâncton.
    O estudo também concluiu que variações climáticas de grande escala, como o fenômeno do El Niño, afetam a produção de fitoplâncton em uma base anual, ao mudar as condições oceanográficas de curto prazo.
    Os resultados contribuem para o crescente aumento de evidências científicas que indicam que o aquecimento global está alterando os mecanismos básicos dos ecossistemas marinhos.
    “O declínio do fitoplâncton pelas mudanças climáticas é outra dimensão importante das alterações globais observadas nos oceanos, que já estão estressados pelos efeitos da pesca e da poluição. Novas ferramentas observacionais e uma melhor compreensão científica são necessárias para permitir previsões acuradas da saúde futura dos oceanos”, disse Marlon Lewis, outro autor do estudo.
    O artigo Global phytoplankton decline over the past century (doi:10.1038/nature09268), de Daniel Boyce e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.

    O desafio de darwin

    O site youtube, disponibiliza o filme completo sobre darwin e como ele formulou sua téoria da evolução.
    https://www.youtube.com/watch?v=ZVj76SpbGeA

    O corpo humano

    BBC apresenta um documentário sobre o poder do cérebro
    http://www.youtube.com/watch?v=r9LOlkEljvQ

    Vendo o microscópico

    Para que se consiga ver uma bactéria é preciso do auxilio de um microscópio e mais dificíl ainda, conseguir coletar uma!

    Para isso vamos ensinar uma pratíca muito utilizada em laboratórios que facilita o manuseio e estudo desse grupo de seres vivos.

    Vamos começar fazendo primeiro o meio de cultura, que é de onde a bactéria vai retirar seu alimento para que possa se multiplicar. O meio de cultura vai ser feito utilizando:
    - Caldo de carne
    - Água
    - Reservatório (Tampa de margarina ou placa de pétri)
    - Amído de milho
    - Panela
    - Fogo
    - Colher

    Você deve juntar todos os ingredientes dentro da panela, leva-la ao fogo sempre mexendo e deixar com que a mistura engrosse. Depois de pronta separe ela nos reservatórios.

    Na coleta, você vai precisar de alguns cotonetes, papel filme e caneta. Umidece o cotonete passe na superfície e passe no meio de cultura; Para ter um controle sobre o que você está coletando pregue do lado de fora do reservatório a fita escrita sobre de onde voce coletou e envolva tudo com o papel filme.

    Leve esse cultivo agora pra um lugar onde a temperatura seja estavél e a uma temperatura de 36º e deixe por 3 dias, nesse périodo elas vão se multiplicar e começar a formar colônias que poderam ser visivéis a olho nú.



    Se voce estiver com o espirito de pesquisador várias reflecções poderam ser feitas como por exemplo:
    - Porque agora eu consigo ve-las e antes não?
    - Porque tantas formas diferentes?
    - Qual o beneficio disso?


    Referência: http://instrumentacaobio.blogspot.com.br/2011/06/cultivando-bacterias-1-introducao.html

    Os estado da seca!

    No jornal Folha de São Paulo do dia 18 de maio em 2013, trás a reportagem sobre a frente fria que transformou o sertão em mar, em Recife-PE.

    A chuva instensa e a maré alta provocou alagamento de ruas e metrôs, segundo as autoridades publicas, choveu 40% do esperado pro mês de maio em um dia.

    A chuva que causou o caos na capital pernambucana tombou árvores e alagou ruas e metrôs. Junto com a maré alta fez com que os canais transbordassem








    O youtube mostra vídeos feito por camêras dos cidadões que tentavam usar o metrô nesse dia.

    Estação Joana Bezerra

    http://www.youtube.com/watch?v=2k_UqjMscgs&feature=player_embedded

    Multiplicando rosas

    No site Amateur Gradening (http://www.amateurgardening.com/about/) o autor da publicação mostra como se fazer a retirada de mudas de uma roseira de maneira tradicional e trás no fim da reportagem um experimento e nos convida a testa-lo.


    Segundo Kris, quem escreveu a manchete:

     Para começar você tem que escolher os galhos mais adequados para transplantar, esses seriam os que nasceram a no maximo um ano e não possuem muitas ramificações. O local de transplante deve ser uma cova com aproximadamente 15cm e você deve por duas pás de arreia grossa no fundo.

     Antes de por suas mudas no solo, você deve limpa-las, retirando novos brotos, folhas e deixar com aproximadamente 23cm. Coloca-las de forma ereta na areia e completar a cova com a terra, não pressionando muito para deixar bem arejado.



    Experimento:

    Ele propôs, compreende em fixar as mudas em um tuberculo de batata para que este supostamente ajude na formação de raizes.